O politicamente correto enche o saco! | Politicos Do Brazil
O politicamente correto enche o saco!
Por admin
04/03/2017

O Brasil e o mundo vem passando por um fenômeno caquético e totalmente fora de propósito. Algo que vem assolando a humanidade de forma doentia, parecendo pragas de gafanhotos que dizimam plantações em todos os cantos arredondados desse planeta terra.

Quem viveu os anos 80, com toda aquela despreocupação em relação ao politicamente correto deve se lembrar como o mundo era mais clean, mais amoroso, mais livre, mais tranquilo e de uma leveza similar a uma pena de beija flor. A menção aos anos 80 é fácil de explicar, pois foi a época que nós (blog) vivenciamos com total intensidade.

Dito isso, continuemos…

Uma época onde você podia brincar com seu amigo negro chamando-o de negão, de chiclete de onça, de picolé de asfalto que ele não se importava. Ao contrário, ele entrava na brincadeira e todos davam altas risadas. Aquele seu amigo gordinho era zoado, chamado de rolha de poço, de cara de lua, de gelatina e era supertranquilo. Seu amigo magrelo era chamado de vara de pescar, de pau de cutucar estrela, de minhoca esticada, enfim, todo mundo zoava todo mundo e todo mundo dava risada de todo mundo. Essa história idiotizada de bullyng não existia. Ninguém ficava de mimimi porque era zoado e se acaso extrapolasse, resolviam depois da escola ou onde estivessem, com uma pequena diferença… era no braço e não com armas.

Quem dessa época não morria de rir com Os Trapalhões e suas piadas com gays? O próprio Jô Soares, hoje um chato de galocha, tinha um programa onde representava um personagem gay com sua indumetária toda colorida. E todo mundo ria. Sem frescuras e sem cara de choro por parte dos gays. Aliás, somos capazes de apostar que eles morriam de rir com as piadas.

As músicas eram recheadas de teor humoristico em torno das dita “minorias”. Quem ainda não se lembra de Luis Caldas e sua “nega do cabelo duro”? Hoje um artista como ele não teria espaço algum. Até mesmo músicas sem nenhum estimulo a violência como “atirei o pau no gato” foi modificada porque segundo alguns imbecis, ela estimula a violência contra animais. É muita falta do que fazer hein?

Nesse mês comemoramos 20 anos da morte dos Mamonas Assassinas. Quem acompanhou aqueles meninos, deve lembrar de suas músicas que tinham letras carregadas de muito sarcasmo, seja com mulher, negros, gays, etc… se acaso você que está lendo o artigo, nunca tenha ouvido falar, veja um video deles abaixo:

Pois bem, são 20 anos do desaparecimento da banda. Mas é claro como água que hoje eles não teriam nem conseguido gravar uma música, quanto mais um CD inteiro com aquelas músicas. A industria de entretenimento hoje está um porre. Mas é curioso saber que músicas daquele tipo hoje seriam censuradas, porém algo do tipo “meu pau te ama…” é amplamente divulgado nas rádios. Além do politicamente correto estar podando algumas situações, ainda temos o péssimo gosto musical invadindo as rádios do Brasil e mundo afora. Um detalhe: gosto musical é igual bunda, cada um tem o seu, mas também não precisa ser uma bunda cagada, né?

O mundo atual não permite mais brincadeiras saudáveis daquela época. Hoje, não tente chamar alguém de negro, mesmo que a pessoa seja, porque você pode ser taxado de racista. Sim, acredite se quiser, se você chamar um negro de… negro você pode responder por isso. A acusação? Crime de racismo!!!! Ah, e tente chamar um gay assim que você também irá responder na delegacia. A acusação? Homofobia! Mas… se a pessoa é negra, querem que chame de que? De branquela? Se ela é gay, quer que chamem de que? De másculo? Se ela é baixa, quer que chamem de que? De homem mais alto do mundo? Se é magrelo, vou chamar de que? De barrigudo? Se for gordo, vou chamar de que? Esquelético?

fiuza

Se algum pateta politicamente correto estiver lendo isso, vai dizer: oras, chame pelo nome… mas, acaso o cidadão lembra-se que entre amigos/colegas, o que menos importa é o nome? A brincadeira reina entre eles e é sempre saudável, sem a intenção de ofender ninguém.

É muito complicado se adequar a esse mundo de hoje. Quem viveu épocas mais leves, fica de queixo caido com o que vem acontecendo atualmente. O mundo está chato. O ser humano está chato. O politicamente correto é um saco!

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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