A sopa de letrinhas judiciária que jogou o Brasil na lama! | Politicos Do Brazil
A sopa de letrinhas judiciária que jogou o Brasil na lama!
Por admin
12/06/2017

Nosso país, desde que foi infelizmente descoberto por Pedro Alvares Cabral, vem sofrendo vários golpes no que tange a sua turba política, aos políticos que nada fazem por seu povo e somente pelo seus pares.

Dito isso, algumas instâncias ditas “superiores” que tratam de assuntos relevantes ao nosso querido país tem tirando o sono da parte dita honesta da população. Preciso dizer o seguinte: segundo o glossário da “justiça”, todo cidadão ou cidadã é honesto (a) até que se prove o contrário. Claro que no frigir dos ovos, as coisas não são bem assim, pelo menos não é isso que estamos vivenciando ao longo dos tempos.

Cada uma dessas instancias, talvez apenas por mera coincidencia, são conhecidas por 3 malditas letrinhas que formam instituições podres e extremamente contaminadas pela sujeira do nosso povo e mais ainda, da nossa combalida e moribunda classe política.

Vamos destrinchar um por um e depois pontuar casos onde algumas dessas instancias fizeram de tudo para atrasar a justiça verdadeira que deveria, mas não foi feita. À saber:

Supremo Tribunal Federal (STF): é a mais alta instância do poder judiciário brasileiro e acumula competências tipicas de uma suprema corte (tribunal de última instância) e de um tribunal constitucional (que julga questões de constitucionalidade independentemente de litígios concretos). Sua função institucional fundamental é servir como guardião da Constituição Federal de 1988, apurando casos que envolvam lesão e/ou ameaça a esta última. De suas decisões não cabe recurso a nenhum outro tribunal. Fonte: Wikipedia

Tribunal Superior Eleitoral (TSE): é a instância jurídica máxima da justiça eleitoral brasileira, tendo jurisdição nacional. As demais instâncias são representadas nos momentos de eleição pelos tribunais regionais eleitorais (TRE), juízes eleitorais e juntas eleitorais espalhadas pelo Brasil. O TSE exerce ação conjunta com os TREs, que são os responsáveis diretos pela administração do processo eleitoral nos estados e nos municípios. Fonte: Wikipedia

Conselho Nacional de Justiça (CNJ): é uma instituição pública que visa aperfeiçoar o trabalho do sistema judiciário brasileiro, principalmente no que diz respeito ao controle e à transparência administrativa e processual. Criado em 31 de dezembro de 2004 (governo petista) e instalado em 14 de junho de 2005, tem sua sede em Brasília, mas atua em todo território nacional. Fonte: Wikipedia

Agora casos onde cada uma dessas instancias jogou contra a nação. Preparem os saquinhos de vômito.

Um dos casos mais escabrosos que tomou conta do nosso país nos últimos anos diz respeito ao goleiro Bruno e sua namorada Eliza Samúdio. É de conhecimento popular que Bruno, por intermédio de “amigos”, foi condenado pela morte e ocultação do cadáver da moça em questão. Pois bem, ele foi condenado em 2013 a 22 anos e 3 meses de prisão, mas no dia 21/02/2017 o ministro do STF Marco Aurélio Mello concedeu habeas corpus ao delinquente. Segundo o ministro, o goleiro Bruno não representa uma ameça a sociedade e sua prisão tinha “excedido” o prazo (nota: a prisão de Bruno era preventiva, apesar de ter sido condenado) e que ele teria direito a aguardar em liberdade a decisão dos recursos.

Diz-se que de uma decisão do STF não cabe mais recurso. Correto? Errado! Entendam porque:

O mesmo STF que mandou soltar Bruno e José Dirceu, simplesmente voltou atrás na decisão sobre o ex goleiro. Mas acreditem, no caso do senhor Dirceu, um dos “chefes” no esquema do mensalão, a decisão de soltura foi mantida e ele continua gozando de sua liberdade. Absurdo, não é mesmo?

A chapa Dilma-Temer foi a “vencedora” das eleições 2014, certo? Aparentemente sim, mas cabe aqui algumas explicações. Na época, muitas teorias foram levantadas de que a vitória da dupla foi meio que “comprada” e a vitória seria realmente de Aécio Neves, que acabou ficando em segundo lugar. Inclusive fizemos um artigo sobre isso, que você pode acessar clicando aqui.

Pois bem… as contas da campanha dessa dupla infernal foram deferidas pelo ministro Dias Toffoli, curiosamente indicado ao STF pelo seu padrinho e ex presidente da República entre 2003 e 2010.

Mas não há mal que perdure, nem bem que sempre dure e com a saída de Dilma “saudando a mandioca” Rousseff, a chapa foi colocada em dúvidas se ela seria realmente válida e se não caberia a cassação da mesma, fazendo assim que Temer perdesse seu lugar na presidência e Dilma perdesse seus direitos eleitorais.

A esquerda, ávida por sangue como sempre, foi as ruas pedir “Eleições Diretas”. Ok. Mas a motivação por trás disso era simplesmente abrir campo para, quem sabe, a volta do ex presidente, criador da criatura Dilma Rousseff.

A “bomba” foi parar nas mãos do TSE, que acabou julgando a ação improcedente e não cassou a chapa Dilma-Temer. O voto de minerva foi dado pelo ministro Gilmar Mendes, que por estranha coincidência é membro do STJ e presidente do TSE. Ou ele é muito “competente”, ou então não temos mais pessoas gabaritadas para os cargos. Eu aposto na segunda opção.

Temos uma pergunta para você que está lendo esse artigo até aqui: se você tem uma empresa, um comércio ou algo parecido, você contrataria um ex presidiário (a) para ser seu funcionário (a)?

Por que estamos fazendo essa pergunta? Continue lendo e vocês entenderão…

O CNJ, criado pelo ex presidente petista, ficou durante um bom tempo veiculando propaganda em todas as mídias com a seguinte intenção: que as empresas contratassem ex presidiários para inseri-los novamente na sociedade.

Algumas pessoas podem entender isso como uma ótima ideia e um gol de placa na solidariedade. Mas… não! A grande sacada nessa história nada tem a ver com solidariedade e muito menos com inserção social. O mote disso tudo não passa de uma simples e pérfida questão de populismo barato! Afinal de contas, o órgão foi criado pelo sujeito que mais entende dessa seara no Brasil. Falou em populismo barato, você lembra daquele cidadão.

Para deixar isso mais que petrificado em suas mentes, basta saber que o então governador Serra fez algo que não se pode esperar de um governo democrático: ele simplesmente OBRIGOU empresas a contratarem ex presidiários para fazerem parte de seu quadro profissional.

Oras bolas! Se a ideia fosse boa o suficiente, é claro que isso não necessitaria jamais de uma obrigação. Seria feito de ótimo grado, não é mesmo?

Como se pode ver, essa sopa de letrinhas em nossa justiça nacional, nas instâncias citadas nesse artigo, está envergonhando nosso país. Suas decisões esdruxulas são baseadas em puro sensacionalismo e populismo barato. Não conseguem vender por mais que 2 reais!

O grande problema é que em TODAS essas instituições temos pessoas de competência duvidosa. Pra ser bem sincero, são todas indicações politicas e nada além disso. E é mais que sabido, quando se tem indicação politica, a competencia e meritocracia não caminham de mãos dadas. Basta saber que no STF tem um ministro que nem na prova da OAB conseguiu passar. Ele não passa de um bacharel em direito, mas por ser “amigo” do cidadão que presidiu o país, conseguiu uma vaga ali e ficará até se aposentar, recebendo um salário inacreditável. Coisas de um país que já nasceu torto.

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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