Por que a justiça brasileira gosta tanto de bandidos? | Politicos Do Brazil
Por que a justiça brasileira gosta tanto de bandidos?
Por admin
01/09/2017

Esse artigo não vai focar tanto na politica em si, mas numa de suas ramificações.

Vamos destrinchar um pouco o que vem acontecendo com a justiça brasileira, em todas as esferas, desde o advindo de um certo partido na presidência nacional brasileira do Brasil varonil.

No já distante ano de 2003, esse partido resolveu que seria dono do Brasil e por isso queria tudo debaixo das suas asas. Queria mandar e desmandar no executivo, legislativo e judiciário.

E infelizmente eles conseguiram seu grande intento. O grande representante dessa canalhice que virou nosso sistema judiciário é o STF. Inclusive já fizemos um artigo sobre a representatividade que essa sopa de letrinhas tem em nosso dia a dia.

Todo dia, em todos os cantos desse nosso rincão brasileiro temos vários exemplos, para nossa imensa tristeza. A verdade é que acabamos virando refém justamente daqueles que deveriam zelar pela nossa segurança. Aqueles que deveriam retirar das ruas os bandidos, assassinos, pedófilos, estupradores, são exatamente aqueles que libertam esses dejetos da sociedade.

É a velha história: a policia prende, mas a justiça cretina solta. E geralmente dando as “desculpas” mais esfarrapadas e bizarras.

Todo estado tem seu tribunal de justiça. E foi justamente em SP que vimos mais uma aberração do pessoal de toga.

O caso começou da seguinte maneira: uma passageira de ônibus em plena Avenida Paulista foi coagida sexualmente quando um marginal teve o desplante e audácia de ejacular em seus ombros, dentro do coletivo. A polícia chegou rápido e prendeu em flagrante esse canalha, mostrando o grande trabalho que a polícia paulistana faz, algo digno de aplausos.

Pois bem… esse safado tem, em sua ficha corrida, mais de 17 processos contra ele e mais de 5 condenações pelo mesmo crime. Se estivessesmo em um país correto, ele não teria saido da cadeia nem na primeia vez, correto?

Mas infelizmente estamos falando de Brasil e aqui a banana come o macaco, principalmente no sistema judiciário, contaminado pela corruptividade do certo partido politico que citamos no começo do artigo.

E sendo assim, o que acabou acontecendo? Exatamente o que vocês estão pensando… o marginal estuprador foi libertado!!!

O magistrado do Tribunal de Justiça de SP disse, ao libertar o cidadão, que não houve estupro e sim importunação ofensiva ao pudor, que segundo a nossa justiça, isso é entendido como contravenção penal e não um crime em si. Exatamente isso que vocês leram… repetimos que esse marginal já teve outras passagens por CRIMES SEXUAIS. Mas mesmo tendo esse histórico, o magistrado José Eugênio do Amaral Neto entendeu que (suspiro) não houve constrangimento e tão pouco violência ou grave ameaça. Parece brincadeira de mau gosto, mas foi exatamente isso que ele escreveu em sua sentença ao libertar o elemento.

O judiciário brasileiro está podre. O que eles mostram, dia pós dia, é que a predileção deles é pela bandidagem. O brasileiro que anda corretamente acaba virando alvo dessa justiça. Se sente desprotegido e de mãos atadas.

A pergunta é: como se sente a moça que presenciou esse marginal ejaculando nela, dentro de um ônibus lotado? Fora o constrangimento que ela sentiu no momento, apesar do magistrado acreditar que não houve, imaginem agora como ela fica ao saber que a pessoa que fez isso com ela foi presa imediatamente pela polícia, mas pouco tempo tempos foi solto e saiu sem processo algum, pela porta da frente da delegacia?

decisão_juiz

O minimo que ela deve fazer é pedir uma indenização do Estado por danos morais. Afinal, ela paga impostos para ter segurança e o que ela recebe é exatamente o contrário. E quanto ao juiz, só temos a lamentar a atitude infeliz dele e lamentamos mais ainda quando lembramos que é do imposto, inclusive da moça que sofreu o ataque, que sai o dinheiro para pagar seu salário. Um absurdo sem precedentes…

Obs: parabéns ao motorista do ônibus que fechou a porta até a policia chegar e prender em flagrante o marginal.

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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