Ter filhos no mundo atual é assinar atestado de maluco (a)! | Politicos Do Brazil
Ter filhos no mundo atual é assinar atestado de maluco (a)!
Por admin
16/09/2017

Esse artigo tende a sair um pouco do mote desse blog. Todos sabem que nosso conteúdo principal é a política, seja nacional ou internacional. Não protegemos partido nenhum. Muito pelo contrário, estamos e continuaremos sempre isentos quanto a partidos. Claro que temos uma preferencia ideológica, mas não vem ao caso expor aqui. Continuando…

O assunto em voga são as crianças, os filhos, os pequenos, ou seja lá o nome que você queira dar.

Provavelmente você que está lendo esse artigo tenha filhos ou conhece alguém que tenha. É extremamente normal em qualquer sociedade, seja no Camboja ou na Noruega, a proliferação de crianças. É, segundo dizem, o maior sonho de um casal (principalmente da mulher) assim que confirmam o “sim” para o padre, pastor, etc…

Mas algo que passa despercebido para muitas pessoas é: como criar um (a) filho (a) nesse mundo que vivemos hoje? Um mundo complicado, com guerras, deturpação dos valores da família, violência, palavras que ferem, enfim, é um mundo podre, um local nenhum pouco saudável para ter e criar uma criança inocente e que muitas vezes, ou 100% das vezes, não teve nenhuma chance de decidir se queria ou não vir pra cá.

Quando falamos de Brasil, nossa terra, ai vemos que realmente é uma demência sem precedentes. Um país que vive a mercê de uma classe política nojenta desde 1500 e que não se importa nadinha com suas crianças. Quer dizer, até se importam um pouco, pois aqui o “di menor” não vai para uma prisão comum, vai para um local onde ele entra ruim e sai pior, mas que nenhum pouco fará ele pagar pelo crime cometido e pelo qual ele foi levado até esse determinado local. Quantos ali já não tem vários crimes nas costas, inclusive assassinatos, estupros e toda sorte de crimes hediondos? São vários!

O problema é que o Brasil “passa muito a mão” na cabeça de suas crianças. E isso reflete hoje no péssimo nível de educação (em tempo: educação é dado pelos pais, pelo menos deveria) de nossos pequenos. Quem não conhece, em alguma família, aquela criança/adolescente que não tem a menor educação com os mais velhos? Garantimos que você mesmo que está lendo deve conhecer.

Mas afinal, de quem é a culpa disso tudo? Dos pais? Do governo? Da sociedade em si?

Em 95% das vezes, a culpa é dos pais. Em 5% é da índole da criança, que já nasce daquele jeito e, caso ninguém faça algo, a tendência é que piore e assim seja mais uma nas estatísticas da criminalidade.

Mas por que colocamos em cima dos pais quase que a totalidade da culpa? Simples. Como foi dito anteriormente, nenhuma criança pede pra vir a esse mundo louco, sendo assim se alguma coisa errada acontece ao longo de seu crescimento, os pais é que devem ser cobrados. Obstante o fato de alguns pais se destoarem desse montante, por terem valores e transmitirem os mesmos para seus herdeiros, a imensa maioria parece que tem filhos apenas para “satisfazer” a sociedade. Quem nunca ouviu falar daquele bordão “e quando terão um (a) filho (a)”? Quase tão chato quanto aquela tia que pergunta ao sobrinho se ele já arrumou uma namorada… que pentelhice!

Famílias totalmente desestruturadas colocam crianças no mundo aos montes. Não conseguem se manter sozinhos, mas mesmo assim ignoram sua total falta de recursos financeiros e sociais para mandar um inocente ao mundo que pagará, na maioria das vezes, por seus erros ao longo da vida. Crianças em faróis, catando resto de comida nas feiras livres, pedindo dinheiro nas ruas, engraxando sapatos em esquinas, usando drogas, se prostituindo, envolvidas em brigas, jogadas a própria sorte… situações que demonstram toda falta de recurso e estrutura emocional que envolvem pessoas sem o mínimo de coerência com o mundo em que vivem. Como dito anteriormente, tem os filhos apenas para dar uma “resposta” a sociedade, não se importam nenhum pouco com o futuro sombrio que essa pequena criatura terá.

E olha que nem mencionamos o que espera esses inocentes quando tiverem que socializar com outros da mesma espécie durante sua vida escolar. Ali conhecerão o desprezo, a indiferença, a doutrinação ideológica, a falta de perspectiva na figura dos seus professores, a ignorância dos próprios pais que veem nos filhos aquilo que eles não conseguiram ser e assim demonstram toda sua tirania em cima de uma pobre criatura que está apenas desabrochando para o mundo.

Por esses motivos pontuados aqui e por outros menos citados é que a verdade verdadeira é uma só: colocar crianças nesse mundo de hoje é como assinar um atestado de maluco. Por mais “depre” que possa parecer a vida de alguém sem filhos, não há dúvidas: é muito melhor você viver apenas para si mesmo do que viver para outra pessoa.

Muitos podem chamar isso de egoísmo. Mas não. Muito pelo contrário. O nome disso é inteligência plena. Egoísmo é você colocar uma criança no mundo e pouco ou nada se importar com essa pequena criatura. Ter apenas por ter, como se fosse uma obrigação imposta pela sociedade. Nada disso. É uma questão de prioridades. Simples assim.

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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