Todos são iguais? Não é bem assim… | Politicos Do Brazil
Todos são iguais? Não é bem assim…
Por admin
03/03/2019

Antes de começar esse artigo, eu peço encarecidamente que entendam que não se trata de uma critica a X ou Y. Apenas é uma constatação de fatos históricos. Dito isso, vamos lá…

O fato da semana é a saída de Luis Inácio para ir ao velório/enterro de seu netinho. Obstante o fato de ser uma infelicidade muito grande o ocorrido com o garoto, a grande discussão girou em torno de outra situação.

Ele saiu, foi onde tinha que ir, fez seu showmício e voltou para o presidio em Curitiba para cumprir seus 25 anos de cana, ou sendo mais didático, de prisão.

Mas como foi dito antes, a discussão girou na “facilidade” para ele deixar o xilindró. Afinal, isso estava na lei? Sim, estava e está. Tudo foi legalizado, menos a “festa” dita por Paulo Okamoto, presidente do Instituto Lula.

Mas afinal, se está na lei, por que não são todos beneficiados por  ela? Afinal, os direitos não tem que ser iguais? São todos presos do sistema. Se o fulano pode, o ciclano e o beltrano também podem. Não deveria ser assim? Mas não é. Isso é fato. Ele só conseguiu por se tratar de um preso extremamente famoso. Moveu mundos e fundos públicos para o deslocamento e tudo ficou como dantes, no quartel de Abrantes. Não é mesmo?

Dito isso, a grande pergunta é: o que significa afinal de conta os tais direitos iguais?

Muito se fala que os direitos iguais tem como objetivo “igualar” homens e mulheres nas mais diversas situações, seja de emprego, respeito, etc, etc, etc…

Tá bom, isso é muito bonito, mas e na prática isso funciona?

Não. E sabem por que? Porque não tem possibilidade de igualdade entre sexos ou qualquer outra situação entre seres humanos.

Apesar de ser lúdica a afirmação de que todos são iguais na Bíblia e sendo mais prático, todos são iguais perante a lei, como está na Constituição Federal, isso é uma eterna utopia.

Não tem como todos terem os mesmos direitos, oras bolas!

Exemplos práticos, que parecem bobos, mas tem um fundo de verdade: as mulheres querem os mesmos direitos dos homens, não é mesmo? Mas quando “o bicho pega”, atrás de quem elas vão? Dos homens! Quando precisa rebocar uma parede de uma casa, quem é chamado? Homens. Quando precisa trocar uma lâmpada, quem é chamado? Homens. Quando precisa matar um rato, quem é chamado? Homens.

Uma mentira, quando contada mil vezes, acaba virando verdade. Digo isso quando me refiro a história de que as mulheres ganham menos que homens e elas lutam para os salários serem iguais.

Primeiro, isso é uma mentira! Nenhuma mulher ganha menos que homem, desde que façam a mesma atividade. Eu digo isso porque presenciei várias situações. Agora, se uma mulher for faxineira e o homem for um operador de empilhadeira, evidente que ela vai ganhar menos, assim como existem mulheres em cargos altos nas empresas que ganham mais do que funcionários hierarquicamente abaixo. Acho que deu pra entender né?

Querem um exemplo extremamente didático? A reforma da previdência coloca homens e mulheres com idades diferentes para se aposentar. Elas com 60 (depois da mudança no texto) e eles com 65. Você que está lendo esse artigo viu alguma mulher reclamar, dizendo que as idades devem ser iguais? Não. Nem verá.

O grande dilema é: antes de pedir direitos iguais, que tenham deveres iguais, assim podem reclamar a vontade. E isso não é falando apenas de mulheres contra homens. Isso se aplica em qualquer situação.

Agora, dou um doce se você adivinhar quem fica com esse discurso furado de direitos iguais?

É claro! É a esquerda! Sempre ela.

Quando vejo um esquerdista abrindo a boca pra pedir por direitos iguais, eu lembro daquela célebre frase que resume bem o pensamento da esquerda:

“Todos são iguais, mas uns são mais iguais que outros”.

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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