O filme que explodiu o cérebro da esquerda nacional! | Politicos Do Brazil
O filme que explodiu o cérebro da esquerda nacional!
Por admin
07/04/2019

No dia 31/03 estreou em alguns cinemas brasileiros o documentário/filme/longa metragem “1964: O Brasil entre armas e livros”. Confesso que fiquei muito a fim de assistir nos cinemas, para sentir a receptividade da galera quanto ao tema que até hoje permeia o imaginário de muita gente. 

Não consegui via cinema. Mesmo porque alguns relatos davam conta que uma das principais redes de cinema, a Cinemark, estava meio que “censurando” a exibição das filmagens, chegando ao cúmulo de fazer isso mesmo com as pessoas já dentro das salas. Mas mesmo assim, o filme já é o 5 mais visto de 2019.

Pois bem, o Brasil Paralelo disponibilizou o longa na internet, por meio do YouTube. Vamos combinar que já foi um milagre deixarem o filme passar integralmente, né? Ainda mais com relatos de muitos representantes da direita dando conta que tiveram videos seus cancelados pelo YouTube.

Com a comodidade de casa e um celular a tiracolo, ontem (06/04) consegui finalmente assistir o filme.

Ao findar do mesmo, a única palavra que achei para classificar a película foi: espetacular! Uma verdadeira aula de história do Brasil. E o melhor de tudo: foi contado os dois lados. Não teve isso de, por ser um filme feito por alguém da “direita”, iria apenas ouvir o lado direito da história. Nada disso! Todas as pessoas que deram depoimento, entre eles Olavo de Carvalho, Bernardo Kuster, Luiz Felipe Pondé, entre outros, deram depoimentos com total isonomia.

Eu já tinha feito um artigo sobre 1964. Foi muito bem aceito, claro que houveram criticas, o que é absolutamente normal, mas no frigir dos ovos, a mensagem que eu quis passar foi entendida.

Voltando ao filme, posso dizer que tudo aquilo que você ouviu de seus professores de história sobre o regime militar (vou chamar de regime militar sim) não foi o correto. Aquela falácia de que apenas os militares agrediram pessoas honestas e etc não cabe. Não tem sentido algum.

É preciso pontuar aqui que antes de chegar em 1964, a história brasileira se fundiu com a historia russa, a Revolução Russa protagonizada por Lenin, Stalin e Trotsky, muito mais pelo primeiro é claro. Desde 1917 que o mundo vem sendo assombrado com o comunismo soviético e assim ainda é até os dias atuais, até mesmo em vizinhos como a própria Venezuela, sem esquecer de mencionar Cuba.

Passados 47 anos, eis que a bomba estourou em nosso querido país. Os “revolucionários” tupiniquins botaram terror por todos os lados. Algo era preciso ser feito para dar um stop naquilo tudo. Assim foi feito.

Nos anos vindouros, que duraram exatamente 21 anos, o Brasil virou um barril de pólvora. A “briga” entre os militares e a guerrilha armada brasileira, constituída por grupos como VAR-PALMARES, que tinha Dilma Rousseff entre seus elementos, foi intensa. Algumas mortes aconteceram. A história ainda não se entende no numero exato. Mas as baixas foram nos dois lados. Muita gente que a esquerda diz que foi torturada, morta e enterrada como indigentes, na verdade tiveram suas identidades mudadas e devem até estar perambulando pelos cantos do Brasil. Existem até relatos desses desaparecidos terem sido mortos lutando na Revolução Cubana, ao lado de Fidel e Che Guevara.

A ajuda da KGB, STB e outros grupos de “inteligência” da União Soviética e países do leste europeu (Romênia, Polônia, Tchecoslováquia…) contribuiu e muito para o crescimento da esquerda nacional. O nascimento do PCB, primeiro partido comunista do Brasil, além do PCdoB e algum tempo depois o surgimento do PT, que se inspirou no comunismo cubano de Fidel, foi o estopim de tudo. A esquerda estava se organizando e isso traria sérios problemas no futuro.

Com a chegada de Geisel ao poder, a coisa degringolou. Para tentar ser um “apaziguador” entre a sociedade e os militares, acabou por liberar a organização da esquerda dentro das escolas, ajudando a fomentar e criar a famigerada UNE. Além disso, foram permitidas manifestações culturais, mesmo que fossem criticando o governo. Isso abriu espaço para figuras como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque simplesmente lobotomizarem a mente da chamada juventude brasileira, que se via “órfã” de ídolos críticos do atual sistema. Na verdade, não era nada disso, apenas eram jovens perdidos, sem um norte a seguir e qualquer muleta nessa hora servia.

Como desgraça pouca é bobagem, eis que o presidente Figueiredo fez aquilo que jamais deveria ter feito: deu anistia total e irrestrita a todos aqueles representantes da esquerda que infernizaram a vida da população brasileira nos anos anteriores.

Com essa medida, voltaram ao Brasil gente da envergadura imoral de José Genoíno, apenas pra citar o mais venenoso representante petista. Antes, claro, do surgimento de Luis Inácio da Silva. Na verdade, eram e são como unha e carne até hoje. Trocando em miúdos, a decisão de Figueiredo jogou o Brasil aos leões. E esses leões vem dilacerando o país até os dias atuais. E continuarão por um bom par de anos.

A grande lição que eu tirei desse filme é que o regime militar foi pedido sim por toda a sociedade brasileira. A “queda” de Jango foi benéfica num primeiro momento, ajudou o Brasil a se livrar de ervas daninhas sim, o Brasil cresceu em sua economia, mas num determinado momento dessa história, os militares simplesmente pisaram na merda.

A liberação da esquerda para se organizar nas escolas, faculdades, teatros, televisão, imprensa foi um erro fatal. O Gramscismo tomou conta de tudo. Para quem não sabe, Gramsci não tinha a ideia de Marx, que pregava o fim do capitalismo, ao contrário ele queria era inserir na sociedade por meio de sindicatos, escolas, religião e assim transmitir suas ideias malucas de mentir tanto até que essa mentira virasse uma verdade, ao menos para quem transmitia essa mentira.

Essa decisão tem reflexos até os dias atuais. A esquerda ainda hoje, e sempre será assim, usa sempre uma mentira para destruir aqueles que se opõem a eles. Oras, não era assim que Stalin fazia? Acaso ele não mandou matar até Trotsky? Sem mencionar o que foi feito no leste europeu pelo exército vermelho, o que foi feito em Cuba, Coreia do Norte e até hoje é feito na Venezuela.

Tirem um minuto pra pensar. Lembram quem queria tanto o “Diretas Já”? Não? Eu lembro. FHC, Brizola (que era o preferido da União Soviética para presidente e não Jango), Paulo Maluf, Franco Montoro, Mario Covas, José Serra e o mais perigoso de todos, um tal líder sindical de nome Luis Inácio da Silva.

Quais dos citados acima um dia se preocuparam com o bem estar do país? Nenhum.

E eles bradam até hoje que lutaram pela democracia, por isso foram as ruas pedir o fim da “ditadura militar”. Mentira! Eles não sabem o significado da palavra democracia. E os militares não foram tirados do poder. Eles quiseram sair. O desgaste estava grande e eles não tinham mais o que fazer. Não sabiam mais o que fazer, na verdade. E isso abriu caminho para essa canalhada toda estuprar o Brasil, como eles vem fazendo há 35 anos.

Nessa resenha, eu pincei alguns momentos importantes do filme, visto que ele tem mais de 2 horas e daria, se citado todos os pontos, pelo menos um livro. Mas se alguém tiver curiosidade de ler alguma coisa sobre o período, indico o livro “1964: o elo perdido”. E claro, não deixe de ver o filme. Está na página oficial do Brasil Paralelo, no YouTube.

Assista o filme. Vale a pena. A verdade contada pra não deixar dúvida alguma. Se depois de assistir esse filme, você continuar acreditando no seu professor de história, é sinal que Gramsci conseguiu seu intento no Brasil. Infelizmente…

Agradecimentos ao Brasil Paralelo e a todas as pessoas que deram seu depoimento.

 

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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