Como funciona a mente de um socialista? | Politicos Do Brazil
Como funciona a mente de um socialista?
Por admin
10/04/2019

Não é muito difícil saber como um socialista pensa. Observando-se o comportamento de muitos deles, é possível ter uma idéia de como são, agem, e vivem. Podemos até, a partir de certos pontos, estabelecer um perfil do padrão típico de um indivíduo verdadeiramente socialista.

Pra começo de conversa, muitos deles não gostam de estudar (para ser mais exato, odeiam a escola). Foram (e ainda são) péssimos alunos, com várias repetências de ano. Mas vieram (ou são) de famílias pobres (ou, no máximo, classe média), onde sofrem constante pressão da família para “serem alguém na vida” (terem uma profissão que dê status social, ganharem bem, e não dependerem de ninguém). Como são preguiçosos, folgados, e indisciplinados por natureza, precisam sempre dar um jeitinho para se darem bem (e fingirem serem o que não são).

Fingir que é culto, engajado, ou crítico rende pontos. Assim, quando conseguem, aos trancos e barrancos, concluir o ensino médio (antigo segundo grau), fazem vestibular para cursos com pouca (ou quase nenhuma) concorrência (preferencialmente das áreas de Ciências Humanas, ou de Ciências Educacionais e Artísticas). Assim, cursam Ciências Sociais, História, Sociologia, Filosofia (e outros cursos similares), e, em pouco tempo, começam sua carreira de charlatanismo.

Depois que já estão dentro da universidade, encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, literatura de autores esquerdistas (Paulo Freire, Gramsci, Marx, e outros), palestras com “doutores” no assunto, e até o assédio de políticos “guerreiros” dos partidos de esquerda (PC do B, PT, PSTU, PSOL, e outros). É claro que não estudam nada. Ficam a maior parte do tempo no DCE, deitados no chão, passeiam pelo campus com mochilas velhas, calças jeans surradas, camisetas decotadas, sandálias de couro, cabelos ensebados, piercings, brincos, barba por fazer, e, de vez em quando, rola um cigarro, uma bagana de maconha, e, às vezes, até uma “loló” (sem contar a cerveja e outras bebidas alcoólicas). Alguns começam a participar de reuniões da CUT e de outras centrais sindicais, e dos chamados “movimentos sociais” (MST, MTST, e outros). Aos poucos, já se sentem revolucionários.

Assim, conseguem se passar por intelectuais, cultos, moderninhos, e diferentes. Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente.

Começam a ver os amigos e conhecidos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Medicina, Direito, ou Administração como pobres coitados que não tiveram a chance da “iluminação”. Como não trabalham (e vivem apenas da mesada dos pais), estão quase sempre lisos na maioria das vezes. Aí, começa a brotar o ódio por quem se veste um pouco melhor ou por quem tem um carro (mesmo o do tipo “popular”). São chamados, por eles e por outros que pensam igual, de “porcos capitalistas”, filhos da elite”, ou “burgueses reacionários”.

Começam uma fase mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, etc. Não usam mais desodorante, e, a cada 5 minutos, aparece nas suas mentes a imagem de um McDonald’s totalmente destruído. Mas é claro que o que querem não é a revolução (isso é apenas uma desculpa).

Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para tarefas bem simples (já que sentem vergonha de fazer isso em público), são arrogantes o suficiente para não começarem por baixo. Querem saltar etapas. Querem, no fundo, a coisa que todo esquerdista mais deseja, mesmo que de forma subliminar: um emprego público!

Mas aí surge um outro problema: é difícil passar em um concurso público (ainda mais se for para um emprego muito cobiçado). É preciso fazer algo que detestam: estudar! Não gostam de encarar desafios (nem tampouco enfrentar dificuldades). Assim, sonham com a “revolução” proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles, obviamente, estão incluídos (afinal, são da mesma tribo)!

Assim, ocuparão, por indicação, um cargo comissionado ou uma função de confiança (que não exige aprovação em concurso público) em alguma repartição pública qualquer, onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus “vastos e necessários conhecimentos” adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo. Nessa fase, cortarão o cabelo, farão a barba, tomarão banho, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes, e, dependendo do cargo, terão até motorista particular. E enfiarão a mão, sem dó nem piedade, no dinheiro dos cofres do Estado. Tudo isso pela nobre causa socialista (e para o bem dos trabalhadores)!

*Esse artigo é de autoria de Pedro Junior (@prsj2009).

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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