Quem torceu contra, quebrou a cara! As manifestações foram um sucesso! | Politicos Do Brazil
Quem torceu contra, quebrou a cara! As manifestações foram um sucesso!
Por admin
27/05/2019

Mais um dia entra para a história do Brasil. Mais um dia em que o povo sentiu orgulho de ser brasileiro, de vestir o verde e amarelo, de gritar a plenos pulmões o nome de sua pátria querida, mais um dia de reverenciar o hino nacional, enfim, mais um dia que o brasileiro (a) mostrou que, mesmo a contragosto de algumas pessoas e movimentos (Kim, Doria, MBL), quem manda nessa terra é o povo!

Já no romper da aurora do dia 26/05, milhares de pessoas já começaram a se dirigir aos pontos de encontro da maioria dos estados brasileiros. Como disse no artigo anterior, a expectativa era de + ou – 350 cidades indo as ruas. E os números se confirmaram!

A grandeza dessas manifestações foi tamanha que todos os veículos de comunicação acabaram dando notícias e flashes das cidades onde estavam acontecendo esse encontro da democracia. Uma verdadeira festa.

A festa era para todo mundo. Era só chegar com sua camisa verde/amarela ou não e uma vontade de novamente entrar para os livros de história. A inércia ficou para trás. Os tempos de trevas acabaram. O povo abriu seus olhos. O gigante finalmente está andando. E ávido pelas mudanças que farão nosso país retomar o rumo do crescimento.

As capitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas, Pernambuco, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia (se eu esqueci de algum, deixe nos comentários) foram o motor dessa grande festa do povo. E as engrenagens foram as cidades ao entorno, onde o que não faltou foi entusiasmo. Cito algumas como Santo André, Bauru, Montes Claros, Santos, São José dos Campos, além de várias outras. Em todas, a concentração era grande e os nomes do presidente Bolsonaro, além dos ministros Sergio Moro e Paulo Guedes, eram os mais aclamados e ovacionados. Curioso: não era o Paulo Pimenta quem dizia que o Nordeste não iria aceitar o presidente? Como diria o Chaves: “aí que burro, dá zero pra ele”!

Tivemos registro de manifestações em todos os 26 estados da federação e o distrito federal. Ou seja, tudo perfeito. Um sucesso!

Não posso deixar de mencionar as diferentes raças, credos, sexo, idades e tamanhos que estiveram na Avenida Paulista, local que eu escolhi para acompanhar a movimentação. Tinha desde crianças de colo, passando por senhores (as) de cabelos brancos, chegando até famílias inteiras, pobres, ricos, negros, brancos, asiáticos, Hermanos e todos (as) formando um único país. E com a clara convicção do porquê ali estavam.

Contrariando a ideia de alguns, a manifestação não teve patrocínio de ninguém. Todos (as) estavam ali gratuitamente. Nada foi pedido. Nada foi dado. Aliás, algo foi dado sim, uma vontade imensa e irretocável de apoiar o presidente e seu trabalho que até aqui, diga-se de passagem, está totalmente a contento.

Como sempre, alguns veículos de comunicação tentaram diminuir a concentração gigantesca de pessoas. Mas não adiantou. Até sites antagônicos tiveram que se render e enumerar o gigantismo dessa festa da democracia (repetitivo, mas é isso mesmo). Quando eles dizem 100 mil, pode colocar tranquilamente que passou de 1 milhão. Não é maldade. É dificuldade com números mesmo. Quem esteve na Paulista, sabe que tinha gente a dar com o pau. Em todas as esquinas da avenida tinha gente saindo. Parecia um enxame de abelhas.

Não preciso mencionar que a esquerda tripudiou em cima dos números. Chegaram ao cumulo de querer comparar com os “protestos” pela educação. Só que a educação ficou em último lugar nos “protestos”. O que mais se viu foram cartazes, faixas e banners pedindo a soltura do condenado de Curitiba. Uma aberração. É uma piada sem graça mencionar o nome de um semianalfabeto, justamente num “protesto” sobre educação.

Veja também: um pequeno video, que mostra a concentração de pessoas na Avenida Paulista.

Quero agradecer imensamente as pessoas que consentiram tirar fotos na Avenida Paulista. Todos foram muito prestativos e simpáticos. Agradecer também a quem não pôde estar presente, mas que vibrou muito em casa, ao ver pela televisão o mar de gente inundando as várias cidades por esse Brasil afora. Isso sem falar nos brasileiros que vivem no exterior e deram o ar da graça. Muito obrigado mesmo!

Fizemos nossa parte com honra e orgulho. Esse era o tsunami que o presidente tinha se referido. Um tsunami da paz. Um tsunami que cobra seus direitos. Um tsunami verde e amarelo!

 

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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