Quem é Rosangela da Silva, vulgarmente conhecida como Janja? | Politicos Do Brazil
Quem é Rosangela da Silva, vulgarmente conhecida como Janja?
Por admin
02/06/2019

Vou começar esse artigo com uma pergunta para você, querido (a) leitor (a): em algum momento da sua vida, você deve ter conhecido uma Rosângela da Silva, certo? Muito provável que sim, já que Rosangela é um nome comum e Silva é o sobrenome mais usado no Brasil, herança dos portugueses.

Dito isso, mas e se eu perguntar se você conhece uma tal de Janja?

Aí complicou né? Esse definitivamente não é um apelido comum. É até difícil de pronunciar. É quase certeza que você não vai conhecer alguém com esse apelido “estranho”.

Acontece que Janja é o apelido de Rosangela da Silva, a atual namorada do presidiário Luiz Inácio da Silva, enjaulado em Curitiba há mais de um ano.

Quem se lembra daquela entrevista bizarra que o presidiário fez com alguns veículos de comunicação, escolhidos a dedo? Dessa entrevista participaram, entre outros, a senhora Monica Bergamo, conhecidíssima amiga do detento. A entrevista foi feita no complexo presidiário de Curitiba, com toda tranquilidade do mundo. Nem parecia que aquele homem é condenado por corrupção ativa e outros crimes. Essas estranhezas que só têm no Brasil.

Em dito momento da entrevista, ele mencionou que queria estar em casa com sua “mulher”. Provavelmente quem estava ali entrevistando já sabia quem seria essa mulher, mas para a imensa maioria ficou estranho, já que a ex mulher de Luiz Inácio, que ficou milionária vendendo Avon, tinha falecido há pouco tempo. Muita gente chamou o cidadão de maluco, por invocar (supostamente) a ex mulher. Mas não. Ele estava falando da senhora Janja da Silva.

Mas afinal de contas, quem é essa mulher? Como ela apareceu na vida do presidiário?

Continue lendo a matéria e suas dúvidas serão elucidadas, além de alguns questionamentos que se fazem necessários. Bora lá!

Rosângela da Silva, ou Janja, é socióloga (?), tem 40 anos (33 a menos que o presidiário) e “trabalha” no escritório da Itaipu Binacional, que fica em Curitiba. Coincidentemente na mesma cidade onde fica o presidio da PF. Ela é nascida em São Paulo e conheceu o presidiário durante as caravanas da cidadania, realizadas em 1993. Ou seja, já são 26 anos de “amizade”. Só para constar, nessa época ele ainda estava casado com Marisa Leticia. Janja “trabalha” na Itaipu há 16 anos. Consta que ela foi “cedida” pela Eletrobrás por 3 anos e 9 meses, indo para a hidrelétrica paranaense.

A possível futura mulher do presidiário é vista com frequência na carceragem de Curitiba. Especula-se que ela controla a entrada das visitas ao presidiário. Uma coisa bem incomum, já que a priori quem poderia visitar o cidadão seriam somente os advogados e familiares. E até onde se sabe, namorada não é familiar de ninguém. Ou é? Sei lá.

Esse namoro, que pode ser tornar um casório, não é bem visto pelos filhos do presidiário. Fontes dão conta que eles não estão felizes com esse acontecimento. Não se sabe se por ciúmes ou algum outro motivo. O que se sabe é que esses filhos visitaram o pai uma poucas vezes, em mais de um ano.

Para quem não sabe, Janja não é uma funcionária concursada. Ela foi indicada na época em que o presidiário ainda era o presidente do país. Estranho? Muito. Mas até hoje ninguém consegue explicar a figura de Rosemary naquele governo. Espera um pouco, onde foi parar Rosemary????

Mais uma pergunta, essa é pra Polícia Federal responder: por que essa mulher tem entrada liberada, na hora que bem entender, para visitar o presidiário? Quem deu essa ordem? Como eu disse acima, apenas advogados e familiares têm essa prerrogativa. Outra discrepância nessa história, que já está bem nebulosa.

Pensam que acabaram os absurdos? Nada disso!

A distinta senhora recebe o soldo de 17 mil reais. Um grande salário, não é mesmo? Claro que sim. Ainda mais quando se sabe que a média de salários na Itaipu é de 8 mil reais. Ué, então por que ela recebe o dobro? Não tenho resposta para isso. Quem deveria responder são os deputados e/ou senadores, numa plausível CPI da hidrelétrica paranaense, vocês não acham? Será que ela fica com a metade e a outra metade vai para alguém? Quem seria esse alguém?

A repercussão negativa em torno dessa senhora é muito grande. Tão grande que ela vai ser transferida de cidade. Sairá de Curitiba, onde até hoje não se sabe o porquê de ela estar ali, e irá para Foz do Iguaçu, justamente onde fica a hidrelétrica. Atitude correta tomada pelo governo, mesmo porque essa mulher era vista diariamente, quando não dentro da carceragem, em frente ao prédio da PF, na chamada vigília que os militantes petistas ainda continuam fazendo, mesmo com a ordem judicial dos acampamentos serem desmontados. A transferência deve ocorrer entra julho de 2019 e janeiro de 2020.

Como se pode notar, a história envolvendo Janja e Luiz Inácio é muito estranha. Bom, tudo que envolve o nome desse cidadão causa estranheza. Os motivos são vários.

Só que essa história não envolve apenas os dois. Envolve muita gente. Afinal, quem paga o salário absurdo dessa moça e a mordomia que ele tem somos nós, brasileiros (as) de toda parte desse imenso rincão. E logicamente que isso causa indignação.  São 16 anos na Itaipu.

Essa história não pode cair no esquecimento, assim como caiu no esquecimento a Rosemary. São laranjas que aparecem na política esquerdista e levam nosso suado dinheiro. Dinheiro que poderia ser usado em prol de todos (as). Inclusive dos militantes orelhudos que ficam lambendo a virilha de um bandido condenado em todas as instancias. Um ultraje!

Não é apenas um caso de amor de um viúvo qualquer. Longe disso. É muito dinheiro e corrupção envoltos na história. Todos (as) devem ficar atentos.

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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