Olho por olho, dente por dente | Politicos Do Brazil
Olho por olho, dente por dente
Por admin
13/06/2019

Quem não esteve na Sibéria nos últimos dias, deve ter visto na televisão ou lido em algum site/jornal o ocorrido com o menino Rhuan. A amputação de pênis e assassinato cometidos contra uma criança indefesa fez e ainda faz muita gente ter ânsia de vomito, tamanha a crueldade que duas desgraçadas fizeram, sem mostrar nenhum arrependimento.

Eu fiz um artigo mencionando o caso e fazendo uma analogia com a ideologia de gênero e o feminismo. Muita gente tem a ideia firme que foi um ou outro quem decretou a morte prematura dessa criança.

Infelizmente esse não foi um caso isolado. Claro que esse foi horrendo e macabro. Mas posso citar aqui outro caso que teve repercussão nacional e gerou uma enorme comoção.

O caso Isabela Nardoni. Quem não lembra? Outra criança inocente. Dessa feita jogada pela janela de um apartamento por seu pai e a madrasta. Uma raiva toma conta de mim ao escrever sobre isso. É profundamente lamentável.

Além desses dois casos, tivemos/temos outros sem número que aconteceram no Brasil.

Ao escrever esse artigo e relembrando esses dois casos, a única coisa que me vem na cabeça é a pena de morte. Essa discussão que só acontece nas redes sociais, jornais, revistas, sites e nunca passou pela cabeça de nossos parlamentares. Mas por que? Qual o medo de tocar nesse assunto? Assunto aliás que a sociedade brasileira sempre discutiu e apoia.

Vou fazer um adendo aqui. Para quem não sabe, o Brasil já teve pena de morte. A pena capital foi imposta entre 1969-1978, durante o regime militar, para punir crimes políticos que resultassem em morte. Ela foi abolida totalmente na Prostituição Federal de 1988.

Você, querido (a) leitor (a), pode estar se perguntando se eu apoio a pena de morte apenas e tão somente em crimes hediondos como os que eu citei no começo do artigo. A resposta é não!

No meu singelo modo de pensar, a pena de morte deveria também ser aplicada nos seguintes casos:

Latrocínio

Assalto a mão armada

Sequestro com cárcere privado (independente se a pessoa sequestrada é famosa ou não)

Tráfico de drogas

Homicídio culposo e doloso

Tentativa de homicídio

Homicídio por encomenda

Terrorismo

Assassino de autoridades (policiais, juízes, desembargados, promotores)

Roubo qualificado

Tráfico de armas

Tráfico de pessoas

Muita gente acha a pena de morte uma ideia radical, extremista mesmo. Pelo raciocínio dessas pessoas, todos têm direito a uma segunda chance. Que bonito. Escorreu uma lágrima dos meus olhos aqui. Em você não?

Para derrubar essa tese absurda, eu só faço uma pergunta: Se todos têm direito a uma segunda chance, onde está a segunda chance da vítima? Hein? Hã? Hum?

Ainda segundo essas pessoas, só DEUS pode tirar a vida de alguém. Ok. Alguém conhece um assassino com esse nome? EU não conheço.

Enfim, apesar das “desculpas” que algumas pessoas usam para desqualificar a ideia de pena de morte no Brasil, a grande e única verdade é que já passou da hora de implantarmos a pena capital no país. Não dá mais para aguentar ver certas coisas e saber que os meliantes ficarão presos por pouco tempo e sairão pela porta da frente de um presidio, com a ficha limpa. Isso me embrulha o estomago!

Aliás, alguém já ouviu falar de um assassino (a) que cumpriu a pena máxima do Brasil, estipulada em 35 anos? Não, né? Pois eu digo: o único que cumpriu o tempo máximo foi João Acácio Pereira da Costa, conhecido como bandido da luz vermelha. A legislação brasileira acredita na ressocialização dos detentos. Mesmo com casos aos borbotões mostrando o contrário, a juizada tem em mente que a melhor saída é dar uma segunda chance ao preso. Repito: e a segunda chance da vítima? Nenhum deles tem essa resposta.

Sou radical? Sim. Não posso ter clemencia com quem mata outra pessoa (salvo legitima defesa comprovada), principalmente pelosos motivos que eu citei e mais ainda, quando tem crianças inocentes, sem defesa, no meio da história. Eu acredito piamente na lei de talião, o famoso olho por olho, dente por dente!

P.S: antes de terminar, vou dar uma ideia de penas mais leves para crimes não letais. Se pegar roubando, corta as mãos. Se mesmo assim continuar roubando, corta os dois pés.

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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