O socialismo não funciona! | Politicos Do Brazil
O socialismo não funciona!
Por admin
31/08/2019

É algo claro na cabeça das pessoas que tem pelo menos 1 neurônio saudável que o socialismo é uma forma de governo que nunca deu certo em lugar nenhum do mundo. Ele simplesmente não funciona. É uma falácia assassina, que foi criada na falida URSS e se alastrou em países onde a ignorância prevalece. Só para citar alguns, temos Cuba, Venezuela e a própria Rússia, país que fazia parte da antiga URSS, que foi desmembrada quando o socialismo soviético arrebentou de vez.

Mas no Brasil, onde tudo acontece de maneira peculiar, o maldito socialismo vinha tomando conta da nossa nação desde os idos de FHC, passando pelo Loolla, indo até Dilma Ranheta e Temer Vampirão. Felizmente com a vitória de Bolsonaro, isso faz parte de um passado, que façamos figa nunca mais voltará a acontecer. Ouvi um amém?

Um passo importante para o socialismo ser dizimado de uma vez por todas em nosso país é começar a difundir isso nas escolas. Lá é onde o socialismo brasileiro começou a tomar forma de maneira bruta. Quem conhece nossa história, sabe que o regime militar, infelizmente, contribuiu muito para isso.

Mas nem tudo está perdido!

Peço que você leia esse caso muito interessante que aconteceu numa sala de aula qualquer desse nosso imenso mundão.

Um professor de economia em uma universidade americana disse que, em toda a sua vida, nunca havia reprovado um único aluno. Mas, certa vez, teve que reprovar uma classe inteira.

Quando perguntaram a ele a razão disso, ele contou que esta mesma classe havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza, não haveria mais ninguém pobre e nem ninguém rico (ou seja, todos seriam iguais).

O professor, então, disse: “Muito bem. Já que vocês fazem tanta questão de defender esta ideia, vamos fazer uma experiência socialista com a turma: ao invés de dinheiro, usaremos as notas das provas”. De acordo com a mesma experiência, todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e, portanto, seriam “justas”. Assim, todos os alunos receberiam as mesmas notas, o que, teoricamente, significaria que não haveria ninguém reprovado (assim como também não teria ninguém recebendo nota “A”).

Quando foi aplicada a primeira prova, e após ter sido calculada a média de toda a turma, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado (afinal, conseguiram “passar”).

Quando houve a segunda prova, os preguiçosos estudaram ainda menos (eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma). Já aqueles que tinham estudado bastante no início achavam que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a média foi um “D”. É evidente que toda a turma não gostou nem um pouco.

Depois da terceira prova, a média geral da turma foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados, e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por “justiça” dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações. Inimizades passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, não havia mais ninguém querendo estudar para beneficiar o resto da sala. Com isso, todos os alunos tiveram que repetir aquela mesma matéria (para surpresa de todos) …

Quando a turma inteira quis saber por que todos foram reprovados, o professor explicou: “A experiência socialista falhou por uma razão muito simples: quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar recursos dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então não vai mais ter ninguém tentando se esforçar (e nem tampouco a fim de dar o melhor de si). Simples assim”.

Concluindo, o que o professor deixou claro em relação ao socialismo foi o seguinte:

1- Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2- Para cada pessoa que recebe de graça (sem trabalhar), há uma outra pessoa trabalhando de graça (sem receber);

3- O governo não vai conseguir dar nada a ninguém, a não ser tomando de outra pessoa que se esforçou para adquirir o que tem;

4- Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;

5- Quando a primeira metade da população assimilar a ideia de que não precisa trabalhar (já que existe a segunda metade para sustentá-la), e quando esta segunda metade entender que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade (que não trabalha), então teremos chegado ao começo do fim de uma nação.

E aí, será que, depois dessa, alguém ainda vai se iludir com o socialismo?

Fica esta pergunta no ar para os marxistas–comunistas–socialistas–esquerdistas responderem na primeira oportunidade!

Repassem esse artigo para seus familiares, amigos, amasiados, enfim, a todos do seu círculo social. Principalmente, e faço questão de enfatizar isso, para aquela figura esquerdista que infelizmente você tem nesse círculo.

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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