Guerra contra a esquerda! | Politicos Do Brazil
Guerra contra a esquerda!
Por admin
08/09/2019

Uma coisa é não amar a guerra, não desejar a guerra, não começar a guerra. Outra coisa é ignorar a guerra ao nosso redor. O mal existe, e é muito mais do que uma simples abstração: ele é real, e está presente em nosso meio. E não será vencido com o silêncio, com a omissão, ou com a ignorância. Em uma guerra, a simples falta de reação já é, em si, uma rendição.

A luta contra a esquerda sempre existiu (e sempre continuará a existir), até porque é eterna e infinita (acontece 24 horas por dia). As possibilidades de paz são quase inexistentes. É uma guerra travada do bem contra o mal, e, diante dela, é humanamente impossível ficar totalmente neutro (sem defender uma posição).

Esta mesma guerra muda constantemente de tática, o que exige que estejamos preparados para as mais diversas situações. Em virtude disso, não é sem razão que a Bíblia diz que o diabo se disfarça em anjo de luz para enganar as pessoas (2 Coríntios 11:14-15). A esquerda pode até ter se tornado mais educada e mudado seus métodos de aproximação com os seus opositores. Sua natureza falsa, corrupta, e imoral, porém, continua a mesma.

Agora, a guerra está sendo feita de modo sutil. Ela é ideológica, didática, midiática, cultural, psicológica, mas não é, nem por isso, menos perigosa. A esquerda deseja, primeiramente, tomar as mentes para, depois disso, tomar o poder. Ela se utiliza mais da astúcia do que da violência, mais do engano do que da força bruta. O objetivo, porém, é o mesmo: controlar tudo e todos.

Este modo sutil nada mais é do que a metodologia de Gramsci aplicada na prática. Ocorre por meio de 3 etapas interligadas entre si:

1 – Posse das mentes – É feita através de mensagens subliminares, técnicas de persuasão, convencimento, mudanças sutis de significados, relativização de conceitos, criação de novos conceitos, e adaptação de certos termos ao dia-a-dia;

2 – Controle das massas – É quando se exerce o domínio sobre um determinado meio social depois que a posse das mentes já foi consolidada;

3 – Ocupação de espaços – Ocorre através da infiltração nas instituições quando as etapas anteriores (posse das mentes e controle das massas) já foram cumpridas. Essa mesma infiltração permite que as instituições ocupadas sejam lentamente corrompidas e enfraquecidas (e, posteriormente, dominadas e destruídas).

O Ocidente defendeu a liberdade de pensamento e de crença em uma época na qual o cristianismo tinha supremacia. As ideias, as leis, as relações sociais, a cosmovisão, e a cultura, em maior ou menor grau, derivavam das Sagradas Escrituras. Esse tempo já passou. Agora, o mundo está sendo tomado por outros “ismos” que desejam o controle. Entre os principais inimigos declarados do cristianismo, podemos citar o marxismo (que acredita ser a última verdade). Mesmo em sua expressão mais pacífica, o marxismo almeja o poder absoluto no governo de um pais.

A igreja e a família são as únicas instituições que ainda estão, por enquanto, impedindo a esquerda de assumir o poder total. Gramsci sabia que elas seriam os principais obstáculos que dificultariam a implementação do socialismo-comunismo-marxismo. Tanto que os ataques contra ambas vêm sendo mais intensos a cada dia (a fim de enfraquecê-las e destruí-las). O próprio Gramsci confirmou isso ao dizer:

“O mundo civilizado tem sido saturado com cristianismo por mais de 2.000 anos, e um regime fundado em crenças e valores judaico-cristãos não pode ser derrubado até que suas raízes sejam cortadas.”

Gramsci professava que a implantação do socialismo-comunismo-marxismo não deveria ser pela força (como aconteceu na Rússia e em outros países), mas de forma lenta, pacífica, sutil e gradual (não importando quanto tempo levasse para atingir o objetivo). O próprio Gramsci ensinou:

“Não tomem quartéis, tomem escolas, igrejas, universidades e instituições; não ataquem blindados, ataquem ideias; não usem a força física, usem a palavra; não assaltem bancos, assaltem redações de jornais e meios de comunicação; não se mostrem violentos, mas sejam sempre dóceis e pacifistas”

Por acaso, esta não seria (ou não é) a realidade do nosso cotidiano e da nossa mídia (e mesmo da nossa cultura)?

Dentro desta mesma guerra, há 3 categorias de pessoas:

  • as que lutam;
  • as que a ignoram;
  • as que já se renderam ao inimigo.

As que lutam são em número muito pequeno, e, muitas vezes, são vistos como rebeldes no meio do povo. São tidas por fanáticas, alienadas, e, às vezes, vistas como um Dom Quixote lutando contra imaginários moinhos de vento. Tememos que se repita em suas vidas o que aconteceu com os profetas cristãos do passado. Suas palavras só foram aceitas quando o inimigo já estava às portas (e já era tarde demais para esboçar qualquer reação)!

Infelizmente, a grande maioria é composta por pessoas que ignoram (ou tentam ignorar) a guerra cultural. Ou se refugiam em suas torres de marfim, ou se orgulham de sua própria ignorância, acreditando que uma guerra cultural pode ser vencida passivamente.

O mais triste, porém, é o número cada vez maior de pessoas que já se renderam ao inimigo. Gritam “Paz! Paz! ”, quando não há paz. É como disse o apóstolo Paulo:

“Quando, portanto, vos disserem: ‘Há paz e segurança’, então lhes virá repentina destruição, como as dores da mulher que está grávida; e de forma nenhuma escaparão” (1 Tessalonicenses 5:3)

Nossos filhos estão sendo bombardeados diariamente nas escolas e universidades com ideias e sentimentos anticristãos, e eles acham que está tudo bem. Leis estão impondo a agenda homossexual, e eles acham que está tudo bem. O politicamente correto nos impede de declarar o óbvio, e eles aceitam isso como natural. Cursos de “teologia” têm ateus como professores, e defesa da ideologia de gênero em seu currículo. E eles acreditam que está tudo bem.

Nossa batalha moral não acabou, mas foi somada a ela o âmbito intelectual e nós estamos perdendo. Não falta reação, mas é uma reação fraca (sem objetividade). Dizer a verdade agora virou sinônimo de radicalismo.

“Paz, quando possível. Mas, acima de tudo, a verdade”, escreveu Lutero. Esta frase deveria não apenas nos lembrar de que a verdade revelada existe, mas que defendê-la custa, às vezes, um preço muito caro (e, em alguns casos, até mesmo a própria vida)!

“Na guerra do bem contra o mal, não existe negociação com o inimigo”, disse um antigo sábio. A luta contra a esquerda jamais poderá ser vencida por meio de meros acordos de paz. Mesmo até que haja uma paz momentânea, é ingenuidade acreditar que novos ataques nunca acontecerão!

Claro que o chamado para lutarmos nessa guerra não tem nada a ver com violência, ódio, ou maldade em qualquer sentido, pois nós mesmos, nesse caso, estaríamos negando nossos princípios morais. Tem a ver com convicção, com coragem, com posicionamento, com ação. Chega de sermos simples como pombas e prudentes como serpentes. Chega de não denunciar o mal e de não apoiarmos aqueles que o denunciam. Chega de deixar que o inimigo eduque os nossos filhos e ocupe nossos espaços. Chega de permitir que as ideias da esquerda dominem nossas instituições, e a mente de nosso povo.

Estamos numa guerra cultural, e, em virtude disso, temos que saber como reagir quando formos atacados. No livro “A ARTE DA GUERRA” (do general chinês Sun Tzu), podemos extrair algumas lições valiosas para enfrentarmos os esquerdistas. Uma delas é esta aqui:

“Conheça o seu inimigo, mas também conheça a si mesmo. Em 100 batalhas, você nunca correrá perigo”

E ele complementa:

“Se você apenas conhece o seu inimigo e não conhece a si mesmo, suas chances de vitória ou derrota são iguais. Mas se você não conhece o seu inimigo e nem conhece a si mesmo, correrá grandes perigos em cada batalha”

Outra lição valiosa é esta aqui:

“A guerra é uma questão de vital importância: é o palco da vida ou da morte, é a estrada para a sobrevivência ou para a ruína. Logo, é imperativo que seja estudada em detalhes”

Em outras palavras: é preciso estudar, aprender, entender, falar, escrever, debater, refutar, rejeitar, resistir, protestar, boicotar, orientar, advertir (a tempo e fora de tempo). É como disse o apóstolo Paulo:

“Porque, embora vivendo como seres humanos, não lutamos segundo os padrões deste mundo. Pois as armas da nossa guerra não são terrenas, mas poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos vãs filosofias e a arrogância que tentar levar as pessoas para longe do conhecimento de Deus, e dominamos todo o pensamento carnal, para torná-lo obediente a Cristo” (2 Coríntios 10.3-5)

Povo brasileiro, está na hora de acordar! Cidadãos de bem, está na hora de irmos à luta! Não podemos mais ficar de braços cruzados! Ninguém pense que a resposta virá do Céu se cada um não fizer a sua parte! É hora de nos mobilizarmos e agirmos já!

Se não tomarmos uma atitude agora (e não protestarmos de maneira firme e forte contra as maldades da esquerda), amanhã poderá ser tarde demais! Depois, ninguém vai poder dizer que houve falta de aviso!

Que esta mensagem desperte muitos que ainda estão acomodados na luta contra o mal!

“Um povo que não luta pelo futuro que quer será obrigado a aceitar o futuro que vier” (autor desconhecido)

“É melhor morrer como defensor da verdade do que viver como escravo da mentira” (provérbio hindu)

“Para que o mal triunfe, basta que os homens de bem não façam nada” (Edmund Burke)

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons” (Martin Luther King)

Entenderam o recado?

Em breve, um próximo artigo. Até lá!

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